A PX é um grupo que integra transporte, logística, mão de obra qualificada e educação para transformar a cadeia logística com tecnologia.








A economia compartilhada envolve todos os pontos da logística, da transportadora ao motorista profissional na rodagem.


A PX conecta motoristas autônomos a transportadoras por meio de uma plataforma digital. Com crescimento médio de 20% ao mês, já cadastrou 300 mil motoristas e investe em qualificação. Reconhecida no ranking EXAME Negócios em Expansão, mira novos mercados em 2025
“O mercado de transporte é muito sazonal, e as transportadoras precisam de flexibilidade. Nosso modelo entrega essa liberdade, permitindo que as empresas ajustem sua força de trabalho conforme a demanda. E para os motoristas, isso significa mais liberdade e a oportunidade de escolher o trabalho que se encaixa na sua vida”, diz Oliveira.

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“Nós resolvemos um problema silencioso que está sendo criado, de demanda do consumo aumentando no país e a profissão de motorista encolhendo. É uma boca de jacaré”, explica Oliveira. “Sob o nosso modelo, atraímos o motorista jovem ou o aposentado que quer fazer uma renda extra, sem um modelo CLT e pegando o contrato que quiser.”

Para enfrentar esse cenário, André Oliveira apresentou durante o Logística do Futuro o modelo da empresa, que busca devolver autonomia ao profissional
Segundo Oliveira, o desafio atual é consequência de mudanças no perfil do motorista ao longo do tempo. “Um dia ele decidiu ser motorista de caminhão por conta da liberdade que ele tinha, por conta de nova experiência, de estar na estrada e com o passar do tempo foi se perdendo isso, o motorista passou a ser muito exigido, muito cobrado, e aquela liberdade que era um sonho foi se perdendo”, afirmou.

Ao atingir receita de R$ 167,7 milhões em 2024, plataforma que conecta motoristas profissionais a transportadoras atribui expansão à abertura do setor às inovações tecnológicas.
Com um modelo de negócio de “motoristas profissionais compartilhados”, a PX traz flexibilidade e autonomia para os trabalhadores, enquanto reduz custos e riscos jurídicos para as empresas. Na visão do CEO e cofundador André Oliveira, o setor de transportes – ainda considerado “convencional” em comparação a outros segmentos – entendeu a proposta: “o crescimento que obtivemos representa como o mercado de transportadoras está se adaptando às inovações. Conseguimos mostrar que é possível, girando motoristas, fazer os caminhões rodarem os 30 dias do mês”.

“O cenário é crítico. Estamos perdendo mão de obra, não conseguimos reduzir a idade média da categoria e não há reposição na mesma velocidade, o que compromete o futuro da logística no Brasil”, afirma Thiago Alam, diretor financeiro na Motorista PX. A análise foi apresentada durante o painel “Experiência dos motoristas e usuários de dados na gestão de frotas”, no evento Frotas Conectadas 2025, que acontece até hoje (18), no São Paulo Expo.
